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	<title>Tecendo a Palavra &#187; Poemas</title>
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		<title>Quero</title>
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		<pubDate>Sun, 10 Mar 2013 14:35:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poemas]]></category>

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		<description><![CDATA[Quero que todos os dias do ano todos os dias da vida de meia em meia hora de 5 em 5 minutos me digas: Eu te amo. Ouvindo-te dizer: Eu te amo, creio, no momento, que sou amado. No momento anterior e no seguinte, como sabê-lo? Quero que me repitas até a exaustão que me]]></description>
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		<title>Para sempre</title>
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		<pubDate>Sun, 10 Mar 2013 14:33:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poemas]]></category>

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		<description><![CDATA[Por que Deus permite que as mães vão-se embora? Mãe não tem limite, é tempo sem hora, luz que não apaga quando sopra o vento e chuva desaba, veludo escondido na pele enrugada, água pura, ar puro, puro pensamento. Morrer acontece com o que é breve e passa sem deixar vestígio. Mãe, na sua graça,]]></description>
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		<title>Toada do Amor</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Jun 2012 01:17:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poemas]]></category>

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		<description><![CDATA[Toada do Amor E o amor sempre nessa toada! briga perdoa perdoa briga. Não se deve xingar a vida, a gente vive, depois esquece. Só o amor volta para brigar, para perdoar, amor cachorro bandido trem. Mas, se não fosse ele, também que graça que a vida tinha? Mariquita, dá cá o pito, no teu]]></description>
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		<title>Destruição</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Jun 2012 01:13:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#160; Destruição Os amantes se amam cruelmente e com se amarem tanto não se vêem. Um se beija no outro, refletido. Dois amantes que são? Dois inimigos. Amantes são meninos estragados pelo mimo de amar: e não percebem quanto se pulverizam no enlaçar-se, e como o que era mundo volve a nada. Nada. Ninguém. Amor,]]></description>
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		<title>José</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Jun 2012 01:05:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[JOSÉ E agora, José? A festa acabou, a luz apagou, o povo sumiu, a noite esfriou, e agora, José? e agora, Você? Você que é sem nome, que zomba dos outros, Você que faz versos, que ama, protesta? e agora, José? Está sem mulher, está sem discurso, está sem carinho, já não pode beber, já]]></description>
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		<title>Memórias</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Jun 2012 00:58:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poemas]]></category>

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		<description><![CDATA[Memória Amar o perdido deixa confundido este coração. Nada pode o olvido contra o sem sentido apelo do Não. As coisas tangíveis tornam-se insensíveis à palma da mão Mas as coisas findas muito mais que lindas, essas ficarão. Carlos Drummond de Andrade Poeta, cronista, contista e tradutor brasileiro. Sua obra traduz a visão de um]]></description>
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